Viagem no KC-30 da Aeronáutica impossibilitou contato durante operação que deixou mais de 60 mortos
Durante a megaoperação contra o Comando Vermelho, realizada nesta terça-feira (28) no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) permaneceu praticamente incomunicável. A ação resultou na morte de mais de 60 pessoas, conforme relatos das autoridades estaduais.
O presidente estava em voo de Kuala Lumpur, na Malásia, para Brasília, a bordo do KC-30 da Aeronáutica, um Airbus A330-200 que, diferente do avião presidencial VC-1, não possui sistema de internet ou telefone. Lula optou pelo KC-30 por sua maior autonomia, permitindo a viagem com apenas uma escala em Joanesburgo, na África do Sul.
A decolagem ocorreu na manhã da terça-feira (noite de segunda-feira no Brasil), e a previsão de chegada em Brasília era por volta das 21h do mesmo dia.
Enquanto Lula estava sem comunicação, coube ao presidente em exercício Geraldo Alckmin e aos ministros Rui Costa (Casa Civil) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais) comandar a reação do governo federal à operação.
O governador do Rio, Cláudio Castro (PL), inicialmente afirmou que o governo federal teria negado apoio à operação, alegando que o estado estava “sozinho” na ação. Após contatos com a ministra Gleisi Hoffmann, Castro modulou o tom, explicando que não houve crítica ao governo e que o apoio federal não foi solicitado.
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