Close-up of a mosquito on human skin

Tubarão chega a 697 focos do Aedes aegypti e reforça ações contra a dengue

Saúde

Boletim desta quarta-feira (23) aponta 147 notificações da doença no município, com 11 casos autóctones e cinco ainda em investigação

A Prefeitura de Tubarão intensificou as ações de combate à dengue e reforçou o pedido para que os moradores ajudem a evitar a proliferação do Aedes aegypti. Segundo o boletim divulgado nesta quarta-feira (23), o município soma 697 focos do mosquito em 2026.

Os bairros com maior número de focos são Centro (76), Humaitá de Cima (67), Revoredo (58), Vila Moema (56), Oficinas (51), Humaitá (49), Recife (45), Dehon (39) e Morrotes (36).

Também foram registrados focos em São João Margem Esquerda (33), Monte Castelo (27), Fábio Silva (20), Vila Esperança (24), Santo Antônio de Pádua (21), São Cristóvão (15), São Martinho (13), São João Margem Direita (12), Passagem (11), São Clemente (9), Santa Luzia (5), Bom Pastor (5), Praia Redonda (4), KM 60 (3), Congonhas (3), Sertão dos Corrêas (2), Guarda Margem Direita (1), Cruzeiro (1) e Mato Alto (1).

Ao longo deste ano, Tubarão contabiliza 147 notificações de dengue. Desse total, 11 são casos autóctones, ou seja, contraídos no próprio município, 131 foram descartados e cinco permanecem em investigação.

Não há registro de casos alóctones, contraídos fora do município, e duas internações relacionadas à dengue foram notificadas no período.

A secretária de Saúde, Carina Portão, destacou que as ações de prevenção e controle estão sendo intensificadas, mas reforçou a importância da participação dos moradores.

“Seguimos intensificando as ações de prevenção e controle do mosquito em todo o município. Mas o combate à dengue também depende da colaboração dos moradores, principalmente na eliminação de possíveis criadouros dentro dos imóveis. A prevenção contínua é fundamental para reduzir os riscos e proteger a população”, destaca.

A orientação da Secretaria de Saúde é reservar alguns minutos por semana para verificar quintais, calhas, vasos de plantas, pneus, garrafas e qualquer outro recipiente que possa acumular água.

A pasta reforça que o combate ao mosquito é uma responsabilidade compartilhada e depende de cuidados contínuos para evitar novos criadouros do Aedes aegypti.

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