Tribunal do Júri reconheceu três qualificadoras do homicídio e dois crimes de ameaça; réu também deverá pagar R$ 50 mil aos familiares da vítima
O homem acusado de matar Sandro Botelho, de 53 anos, foi condenado a 22 anos, quatro meses e 24 dias de reclusão pelo Tribunal do Júri, em julgamento realizado nesta semana, em Tubarão.
Além da pena pelo homicídio, o réu recebeu cinco meses e dez dias de detenção por dois crimes de ameaça. A sentença estabelece regime inicial fechado para a pena de reclusão.
Crime ocorreu no bairro Santo Antônio de Pádua
O homicídio aconteceu em 28 de junho de 2025, no bairro Santo Antônio de Pádua. Conforme a acusação, Sandro tentou defender a ex-esposa, que estaria sendo ameaçada pelo então companheiro.
Durante a discussão, o acusado teria pegado duas facas e atingido a vítima com pelo menos sete golpes.
Jurados reconheceram três qualificadoras
Durante o julgamento, os jurados reconheceram três qualificadoras do homicídio: motivo torpe, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Também foram considerados comprovados os dois crimes de ameaça, sendo um deles contra o genro de Sandro.
Réu não poderá recorrer em liberdade
Além da pena de prisão, a condenação determina o pagamento de R$ 50 mil aos sucessores de Sandro Botelho, como reparação por danos morais.
O réu, que já estava preso, teve negado o direito de recorrer em liberdade e deverá permanecer detido.
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