Dados da Vigilância Epidemiológica apontam 78 casos graves e seis mortes por influenza na Amurel até 29 de agosto; Saúde orienta população a manter medidas de prevenção
A Secretaria de Saúde de Tubarão reforça a importância da vacinação contra a influenza e dos cuidados para evitar a transmissão de doenças respiratórias. O alerta ocorre diante dos dados mais recentes da Vigilância Epidemiológica, que apontam a circulação de diferentes vírus respiratórios em Santa Catarina.
Desde o final de junho, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) provocados pela influenza voltaram a ficar acima dos números registrados no mesmo período do ano passado. Na Região de Saúde da Amurel, foram confirmados 78 casos graves e seis óbitos por influenza até o dia 29 de agosto.
A gripe é uma infecção causada pelo vírus influenza, e sua transmissão ocorre principalmente por meio de gotículas expelidas ao falar, tossir ou espirrar, além do contato com superfícies contaminadas.
Diante da circulação de diferentes vírus respiratórios, a vacinação continua sendo uma das principais formas de prevenção contra a influenza, especialmente para crianças pequenas, gestantes, idosos, puérperas, pessoas com doenças crônicas e demais grupos prioritários.
“O aumento de casos graves na nossa região reforça a necessidade de a população se vacinar e manter os cuidados básicos de higiene. A vacina é segura, gratuita e está disponível nas Unidades Básicas de Saúde para os grupos prioritários”, destaca a secretária de Saúde, Carina Portão.
A Secretaria de Saúde também orienta a população a manter outras medidas preventivas, como lavar as mãos frequentemente, manter os ambientes ventilados e evitar locais fechados e aglomerações.
Também é recomendado cobrir o nariz e a boca ao tossir ou espirrar, não compartilhar objetos de uso pessoal e utilizar máscara ao apresentar sintomas respiratórios, como forma de proteger as pessoas ao redor.
Quem apresentar sintomas como febre, tosse, dor de garganta, dor de cabeça ou dores no corpo deve procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência para avaliação da equipe.
A orientação é evitar a automedicação e buscar atendimento, principalmente em casos de agravamento dos sintomas ou dificuldade para respirar.












